terça-feira, 11 de outubro de 2011

As horas têm passado cada vez mais devagar, como se os minutos insistissem em prolongar ainda mais essa agonia, como se o dia não fosse acabar nunca mais. E eu continuo aqui, cansada, segurando palavras, segurando lágrimas, continuo aqui esperando que em algum momento tudo mude.
O telefone não toca, a vida continua monótona, cadê você?
Por que não consigo perder essa minha mania de querer de um jeito errado, egoísta e mimado? É como se tivesse tudo tão errado que eu já nem sei mais o que fazer, alem de sentar aqui, em frente ao nada, em frente ao incerto e esperar e esperar e esperar...

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